Curitiba, 25 de maio de 2010 - Edição Nº 21
 

15ª Convenção dos Contabilistas do Paraná

Um evento para ficar na história

 


Público lotou o auditório do
Centro de Convenções de Cascavel



Cascavel recebeu, nos dias 19, 20 e 21 de maio, um verdadeiro exército de profissionais, professores e estudantes de contabilidade de todo o Paraná e de outros estados para participarem da 15ª Convenção dos Contabilistas do Paraná. O evento contabilizou a apresentação de cinco palestras, oito fóruns, 12 exposições de trabalhos técnicos, além de show artístico e musical, feira de negócios com a presença das maiores empresas de software para contabilidade do país e solenidade de posse da Academia de Ciências Contábeis do Paraná.


“Foi a maior convenção que já realizamos no Paraná e será com certeza o modelo para as que realizaremos no futuro”, avalia entusiasmado o presidente do CRCPR, Paulo Caetano. Os participantes confirmaram elogiando a organização, a qualidade das atividades e o nível dos palestrantes, contabilizando ricos aprendizados, reflexões, idéias, mensagens e motivação para encarar o dia-a-dia da profissão ou do estudo.



Presidente do CRCPR, Paulo Caetano



Lucélia Lecheta e Rafael de Lorenzo,
coordenadores do evento



O evento, promovido pela Academia de Ciências Contábeis do Paraná e realizado pelo CRCPR e Sindicato dos Contabilistas de Cascavel- Sincovel com apoio de grande número de parceiros e patrocinadores, “representa um divisor de águas na história das convenções organizadas para a classe contábil paranaense”, acrescenta o presidente do CRCPR.

Uma das cidades mais importantes do Paraná e do país, Cascavel era a sede da vez, por seu destaque regional na economia, na educação, na cultura e no esporte. Em Cascavel funcionam a macrodelegacia da região Oeste, um escritório do CRCPR, uma delegacia que abrange 26 municípios e vive um contingente representativo de profissionais, professores e estudantes de contabilidade, muitos dos quais participaram do evento. No final foi anunciada a cidade-sede da próxima convenção: Foz do Iguaçu, em 2013.

Solenidade de abertura: discursos ressaltam a importância do evento

Cerca de 800 pessoas participaram da abertura solene, dia 19 de maio, às 19h, no Centro de Convenções de Cascavel, seguida de show com o humorista Paulinho Mixaria e a Orquestra Paranaense de Viola Caipira.

Formaram a mesa de autoridades, da esquerda para a direita: o presidente da Junta Comercial do Paraná, Júlio Maio Filho; presidente da Federação dos Contabilistas do Estado do Paraná, Divanzir Chiminacio; presidente da Academia de Ciências Contábeis do Paraná, Moacyr Carlos Baggio; presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Juarez Domingues Carneiro; presidente do CRCPR, Paulo Caetano; presidente do Sindicato dos Contabilistas de Cascavel, Rafael Antonio de Lorenzo; vice-presidente do CRCPR, Lucélia Lecheta; presidente da FENACON – Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas, Valdir Pietrobon; secretário Municipal de Cascavel, Atair Gomes da Silva e o delegado da Receita Estadual em Cascavel, Luís Carlos Micoris.






Juarez Domingues Carneiro, presidente do CFC



Valdir Pietrobon,
presidente da Fenacon



Divanzir Chiminacio, presidente da Fecopar



Contabilidade, uma profissão fascinante



José Carlos Marion: palestra concorrida


Cercado de admiradores antes e depois da palestra - uma das mais concorridas do evento - o professor José Carlos Marion confirmou a fama de estudioso e apaixonado pela contabilidade. Contou como entrou na profissão, vendo analistas fazerem diagnóstico de empresas. Concluiu que empresas, a exemplo das pessoas, ficam doentes, podem morrer se não forem tratadas, e quem cuida delas é o contabilista.

Marion apresentou uma série de argumentos provando que a contabilidade vive hoje um momento especial que precisa ser explorado e fruído pelos profissionais. É a atividade social mais importante do III milênio porque é detentora da informação essencial das empresas e órgãos públicos.

 

“A contabilidade é, por excelência, a linguagem dos negócios”,  disse citando o megaempresário Warren Buffet; e de acordo com uma pesquisa americana, a contabilidade empresarial é a primeira de um conjunto de cem decisões que mais afetaram o mundo dos negócios nos últimos anos; é a profissão mais valorizada na Austrália, a terceira nos EUA e a segunda na Espanha; e no Brasil, os cerca de 407 mil profissionais com registro ativo têm aproximadamente 20 milhões de negócios de todos os portes onde trabalhar, o que dá cerca de 50 empresas para cada um.

Aspectos negativos para uma profissão de tão elevada empregabilidade é o baixo número de pessoal especializado, com mestrado e doutorado, e ainda o de auditores. Na Nova Zelândia existem 550 auditores/contadores por habitante enquanto no Brasil a relação é de apenas um; e o que se verifica – disse o professor – é que quanto mais auditores tem um país, menos corrupção existe.



O professor Luiz Carlos de Souza (direita), que foi aluno de Marion, entrega-lhe um diploma de participação no evento



O desafio do mundo é contábil, diz Salete Lemos



Salete Lemos


Especialista em macroeconomia, finanças, teoria econômica, comércio exterior e economia ambiental, a jornalista Salete Lemos, apresentadora da CNT, fez uma reflexão abrangente sobre a situação do mundo dizendo que precisamos “repensar o capitalismo, a civilização (...) A crise de 2008 pede essa reflexão”; e, no seu entendimento, a percepção das armadilhas cabe à contabilidade. Questionou o apoio milionário que o Estado tem oferecido ao mercado. Um dos maiores desafios é o equilíbrio das contas públicas: “A Europa vive esse drama com pico na Grécia”.

Para a jornalista, a crise de 2008,  “pior do que a de 29”, pede um novo modelo de desenvolvimento político-social: “Aquele modelo de consumismo de rodar o cartão não existe mais”, enfatizou. O mundo não entendeu e combateu com a injeção de recursos. Mas a crise não é só financeira.

No caso do Brasil, a situação é ainda mais grave: “temos um Estado pesado, educação zero, tributação excessiva. O Brasil arrecada muito e gasta mal”, afirmou. Segundo ela, o nosso modelo é baseado em programas assistencialistas, de simples interação com a população.


Waldemar Niclevicz leva o público às alturas



Palestra de grande apelo emocional e motivacional, muito aplaudida pelo público presente, foi a proferida pelo alpinista Waldemar Niclevicz, primeiro brasileiro a escalar o Everest (duas vezes), além do K2 e dos Sete Cumes do Mundo. Ele falou dos seus desafios, ilustrando suas narrativas sobre as escaladas com belas imagens dos lugares por onde andou e com mensagens sobre a importância de se impor desafios cada vez mais difíceis, procurar vencer obstáculos e imprevistos, persistir na escalada, acreditar no sonho, superar o medo...

Esses desafios, na verdade, não são apenas de alpinistas. “Quem não quer atingir o sucesso?”. Todos nos deparamos com montanhas que parecem intransponíveis. Com objetivos que parecem inatingíveis. Mas com um planejamento minucioso, muita força de vontade, iniciativa e criatividade, todas as barreiras podem ser superadas. É preciso despertar a motivação dormente, a vontade de vencer, e desenvolver a capacidade de alcançar objetivos, paras superar desafios cada vez maiores.

A principal conclusão do alpinista foi a importância de um bom planejamento, da preparação, da liderança, do espírito de equipe, da superação dos desafios, da avaliação dos riscos, de acreditar na realização de um sonho, relacionando a vida em si com as alegrias e imprevistos encontrados em uma grande escalada.



Niclevicz fala sobre suas escaladas


O alpinista recebe homenagem das mãos do presidente da Fecopar, Divanzir Chiminacio



O profissional da era digital e o governo eletrônico




Nivaldo Cleto


Nivaldo Cleto fez palestra sobre o tema O profissional da era digital e o governo eletrônico, mostrando a importância de saber utilizar as novas tecnologias. Além da garantia de segurança que um certificado digital pode trazer, com a certificação é possível poupar tempo, diminuir custos e economizar toneladas de papel, já que esta tecnologia está fortemente ligada à da digitalização de documentos. Comparado com experiências internacionais,  porém, o Brasil ainda engatinha na adoção da tecnologia. Para começar, apenas uma pequena parte dos 180 milhões de brasileiros tem acesso aos computadores e à internet. São 36 milhões de micros e 27 milhões de usuários da internet.

Além da certificação, o SMS, o torpedo, o Twitter, o Iphone Palm são outras tecnologias que os contabilistas precisam dominar para sobreviver no meio digital. Há quem continue usando tecnologias ultrapassadas, mas “seu escritório precisa estar interligado ao mundo”, incentivou. Cleto explanou ainda sobre o Sistema Público de Escritural Digial, mostrando os procedimentos em detalhes.


Para onde caminha a profissão contábil


A profissão contábil vive um momento histórico, disse o presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro.  O mundo inteiro hoje presta atenção na contabilidade, considera a importância do planejamento estratégico nas organizações sejam públicas ou privadas. O que falta é comprometimento da classe, desenvolvimento da responsabilidade social. “Essa é uma profissão que tem coração, o coração da responsabilidade social”, disse ele no Talk Show Os Destinos da Profissão Contábil.

O presidente do CFC condenou a pecha que os profissionais têm de dar um jeitinho e estereótipos como o de profissional fracassado em que o contabilista é apresentado em filmes, romances, novelas, etc.



Da esquerda: Gilberto Amaral, Paulo Caetano, Juarez Domingues e Valdir Pietrobon

O presidente do CRCPR Paulo Caetano também chamou os profissionais à responsabilidade, “por lidarmos diretamente com as contas, os orçamentos”. O contabilista tem o compromisso de ajudar a sociedade a vigiar o comportamento dos órgãos públicos, infelizmente, ainda, maculados por muitos casos de corrupção. Paulo citou o escândalo dos Diários Secretos da Assembléia Legislativa do Paraná, “uma vergonha para nós paranaenses”. Afirmou que o CRCPR “não participa do show”, na cobrança de punição para os culpados, “mas está à disposição” para colaborar nas investigações. Ele apontou ainda a revelação de uma fraude milionária em uma ONG de Londrina, concluindo: “precisamos ficar de olho na vida pública e fiscalizar a prestação de contas das instituições”.

Concordou com ambos Valdir Pietrobon, que acaba de assumir um segundo mandato na Fenacon: “A classe contábil está sendo chamada a participar mais”, lembrou. Exemplo foi o processo de formulação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e ainda o processo de desburocratização relacionado à vida das empresas. Informou que está procurando resolver uma questão por vez. No momento, “o grande objetivo é simplificar. É a vez da desburocratização”.

Mediado pelo presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, Luiz Gilberto Amaral, o talk show discutiu várias outras questões relacionadas à profissão, como a dos honorários, a proliferação dos cursos de contábeis,  o exame de suficiência, a Lei Contábil, a evolução da tecnologia contribuindo mais com o Fisco do que com as empresas, e outros.


Trabalhos técnicos



Laudelino


André Brum


Jeferson


Foram apresentados 12 trabalhos técnicos selecionados. Ganhou o prêmio Professor Orivaldo João Busarello de R$ 1,5 mil o estudo “Uma abordagem crítica do contabilista e a responsabilidade social na era digital”, de Laudelino Jochem e José Carlos Miranda. O segundo colocado, premiado com R$ 1 mil, foi o estudo  “Ferramenta computacional de apoio ao ensino de análise de balanços”, apresentado por André Luiz Brum, Denis Dall’asta e Marinês Luiza Guerra Dotto. O terceiro prêmio, de R$ 500, foi para Jeferson Lozeckyi, autor de “Um estudo sobre a percepção da comunidade contábil de Guarapuava quanto à valorização da contabilidade e do profissional contábil”.

Os outros trabalhos selecionados e apresentados foram: “A importância dos serviços contábeis – Poder Executivo Municipal como instrumento para atuação do Poder legislativo no processo de fiscalização da transparência pública” (Antônio Aparecido de Lima”; A importância da análise de mercado para a formação do preço – uma abordagem teórica”( Érica Terra Volso Fernandes); “Ensaio sobre as necessidades informacionais e o desenvolvimento da contabilidade”( Paulo César Starke Júnior, Viviane da Costa Freitag e Jaime Crozatti; “Uma cooperativa e três agentes: o conflito de interesses na Cooperativa de Crédito Rural Campos Gerais”( Viviane da Costa Freitag e Ademir Clemente); “Um estudo sobre a aplicação do método de custeio variável em uma indústria moveleira”( Jeferson Lozeckyi, Enedi do Nascimento e Cristiane Ecker Wessolowski; “Um estudo sobre a contabilidade ambiental no setor madeireiro de Imbituva Estado do Paraná”( Roberto Marcos Navarro e Elza Terezinha Cordeiro Muller; “Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade: uma análise sob a perspectiva dos contabilistas” ( Luciano Gomes dos Reis, Leila Sayuri Shimamoto e Rafael Alcântara Barrios); “Ativo intangível: sua representação nas empresas de capital aberto” ( André Luiz Comunelo, Lúcio Frederico Marcon e Ana Paula Thiesen; “Fluxo de caixa projetado: estudo em uma empresa sazonal”, por Gabriel Carneiro Grebinski e José Roberto Domingues da Silva.



Fóruns debatem questões práticas da classe contábil



Fórum de Perícias: Everson Breda Carlin


Fórum de Perícias: Sérgio Henrique de Miranda


Fórum de Perícias: Wilson Alberto Zappa Hoog


Fórum dos delegados: Roni Enara Rodrigues


Fórum dos acadêmicos: Fabiano Brum

 

 




Vários fóruns foram realizados nos dois dias convenção, quando o público se distribuiu em salas diferentes, de acordo com interesses particulares. O Fórum de Perícias, por exemplo, com a programação mais ampla, durou o dia todo, com as palestras: “Perícia na prática”, ministrada por Sérgio Henrique Miranda de Souza; Perdas, danos, lucros cessantes e fundo de comércio”, por Wilson Alberto Zappa Hoog; “Perícia e o balanço social em face à IRFS”, por Everson Luiz Breda Carlin. A  “Associação Paranaense de Peritos” foi apresentada por Rubens Coimbra. Frisou ele que o segmento precisa se organizar melhor. A palestra “Professor de perícia, protocolo de cooperação e integração científica entre professores”  foi proferida por Wilson Alberto Zappa Hoog, que também instruiu sobre Como escrever livros. A Perspectiva da Perícia Judicial foi explanada por Rosaldo Elias Facagna.

No Fórum da Mulher, o enfoque foi motivacional, com a palestra da psicopedagoga Clarisse Leal "Cabeça, coração e coragem". No Fórum dos Delegados, os representantes do CRCPR no estado debateram os problemas das delegacias e ouviram Sir Carvalho e Roni Enara Rodrigues falar sobre o papel do Observatório Social. Os estudantes de Ciências Contábeis assistiram a incentivadora palestra de Fabiano Brum sobre "Empregabilidade e Empreendedorismo", já o Fórum de Responsabilidade Social sobre "Contabilidade no Terceiro Setor" teve palestra de Alexandre Chiaratti, e no Fórum de Empresários da Contabilidade os empresários gaúchos Claudionor Mores e Leonardo Onofre descreveram o funcionamento do seu escritório, hoje com cerca de mil clientes. Enquanto isso, no concorrido Fórum dos Professores, Carlos Renato Theóphilo falou aos mestres sobre a importância da pesquisa nos cursos de Ciências Contábeis; e No Fórum dos Auditores, Carlos Tortelli apresentou o AQC - Audit Quality Control-Controle de Qualidade em Serviços de Auditoria.

Além dos fóruns, Orestes Hotz, do Sebrae, fez a palestra A outra face da lei do Empreendedor Individual; e Marcos Nunes, da empresa CERTSIGN, explanou sobre o tema: Certificação Digital – Tecnologia que despacha a burocracia. Tantas atividades ao mesmo tempo provocou exclamações e lamentações de quem gostaria de ter participado de mais palestras. Impossível.


Fórum de Responsabilidade Social:
Alexandre Chiaratti


Fórum da Mulher: palestra de Clarisse Leal


Depois da palestra "A outra face da lei do empreendedor individual" Orestes Hotz,
palestrante do Sebrae, recebe homenagem de Elizangela Kuhn, conselheira do CRCPR


No Fórum dos Empresários, os empresários gaúchos Claudionor Mores e Leoonardo Onofre falam sobre o seu escritório, que já conta com mil clientes. Na foto o vice-presidente do CRCPR, Maurício Cândido (à esquerda).


Márcio Nunes, da Certsign: palestra sobre certificação digital, tecnologia que despacha a burocracia


Academia acolhe um novo imortal, de Cascavel



Aproveitando uma pausa das atividades da convenção, a Academia de Ciências Contábeis do Paraná entregou o fardão a um novo imortal, o contador Elias Garcia. O novo acadêmico fez uma homenagem emocionada  a Décio Mertz, de quem destacou “o perfil de liderança”. Décio formou-se técnico em contabilidade no Colégio Comercial do Brasil em Curitiba, fez Ciências Contábeis em Cascavel, onde iniciou as discussões para a criação da Associação Profissional Intermunicipal dos Contabilistas de Cascavel, mais tarde, Sindicato dos Contabilistas de Cascavel e chegou a ser vereador.

Elias Garcia é mestre em Ciências Sociais Aplicadas, doutor em Ciências Empresariais, professor e coordenador da pós-graduação da Unioeste, autor de inúmeros estudos técnicos e organizador do livro A Contabilidade no Contexto Internacional, Editora Coluna do Saber, 2008.  “Assumo uma cadeira nesta academia com muito orgulho e respeito, e procurarei honrar todos os votos que recebi dos ilustres acadêmicos que me fizeram vencedor da disputa. Todos os trabalhos de pesquisa que fiz, os artigos publicados, os cursos frequentados e que permitiram que eu fosse um concorrente na eleição, sempre foram feitos com o objetivo de contribuir para a busca do conhecimento, da colaboração com a ciência que abracei quando escolhi a contabilidade para estudar”, disse.



Elias Garcia recebe o diploma de acadêmico do presidente da academia, Moacir Baggio.


Acadêmicos que participaram da solenidade



Feira de negócios



Muitas empresas mostraram seus
produtos e serviços na convenção



Por reunir a nata da classe contábil de vários ambientes - professores, estudantes e do meio profissional – a convenção foi uma excelente oportunidade para empresas mostrarem seus produtos e serviços. É o que confirma, por exemplo, o diretor presidente da EBS Sistemas, Gilmar Francisco Pertile: “Por ser uma empresa de origem paranaense, é muito importante participar da Convenção Estadual dos Contabilistas, além disso, possuímos milhares de clientes neste estado e muitos foram nos visitar, por outro lado aproveitamos para mostrar as novidades e lançamentos que temos para 2010, o que gerou muitas oportunidades de negócios”.

Além da EBS, outros patrocinadores que também expuseram seus produtos e serviços em stands foram: a Domínio Sistemas, Certisign, Mastermaq, ConsisaNet, Questor, Folhamatic, Juruá Editora, Dimep, SCI, RP, JB Software, Caixa Econômica Federal e as entidades Sesc, Senac, Fecomércio, CFC, Sescap-PR, Sebrae, Fenacon, Jucepar, Sicoob.



Eva Scharan de Lima é Contabilista Emérito


A contadora Eva Scharan de Lima foi a vencedora da disputa do título de “Contabilista Emérito do Paraná”, entregue sempre por ocasião das convenções, instituído para homenagear profissionais que se destacam nas atividades profissionais ou científicas, educacionais, culturais, políticas e sociais contribuindo de alguma forma para a valorização da profissão contábil e as melhorias sociais.

Nesta edição, o Conselho juntamente com a Academia de Ciências Contábeis do Paraná, a Federação dos Contabilistas do Paraná e o Instituto Paranaense da Mulher Contabilista escolheram três nomes que foram submetidos aos votos dos participantes da convenção. Os outros dois concorrentes eram: Jacobus Petrus Lammers e Gedião Túlio.

Eva nasceu em Inácio Martins/PR, é empresária da contabilidade, vereadora em Guarapuava, formada em Ciências Contábeis pela UNICENTRO, está cursando pós-graduação em Ciência Política pela PUC/RJ, fez parte da diretoria do Sindicato dos Contabilistas de Guarapuava e é diretora regional do SESCAP/PR.



Eva Scharan recebendo o título das mãos do presidente do CRCPR, Paulo Caetano