Ao que parece, a pressuposição de que se entende de gestão, no Brasil, é mais ou menos igual à de que se entende de futebol. O resultado é um exército de técnicos criticando as decisões dos “professores” dos seus times e da seleção brasileira; e, no mundo dos negócios, de milhões de CEO - chief executive officer -, termo pomposo para indicar o presidente.
Pelo menos de alguma forma relacionado...